Diferenças de Valor entre o Corte Vertical e o Horizontal
A segmentação do mercado de ativos de corte contínuo de segunda mão é definida majoritariamente pela configuração da máquina, separando as verticais e as horizontais. O ativo de corte horizontal é o de maior volume e valor agregado, sendo o padrão na indústria metalúrgica para o corte em série de tarugos e perfis maciços. Por sua vez, a máquina de corte vertical (como alguns modelos Acerbi ou Artram), tipicamente usada em ferramentarias para corte de chapas de grande dimensão, contornos complexos e blocos de material, possui um nicho de mercado e uma faixa de investimento geralmente mais acessível no mercado de segunda mão (a partir de R$ 7.000 para modelos menores). A demanda por máquinas horizontais semi-automáticas ou automáticas (como Dacco e Franho FM-500) é contínua e sua valorização reflete a alta produtividade e performance que oferecem. A escolha correta deve ser baseada no uso contínuo e nos tipos de materiais que serão processados.
A Flexibilidade e o Foco Industrial no Mercado de Ativos de Corte Horizontal
O foco industrial e a flexibilidade são as principais características que definem o preço de venda do ativo de corte horizontal. Este tipo de máquina é um cavalo de batalha na produção em série, com sistemas de avanço e morsa hidráulica que garantem um ciclo de corte rápido e eficiente. Modelos de dupla coluna (como Cosen) são ainda mais valorizados por sua rigidez estrutural, que assegura precisão dimensional em cortes de grandes tarugos e ligas de alta resistência. A máquina de corte vertical, apesar de ser crucial em oficinas de manutenção e ferramentarias, é menos demandada no mercado de segunda mão para produção em série, o que pode resultar em melhores oportunidades de investimento para o comprador que necessita de versatilidade em vez de alta produtividade. O comprador deve avaliar a estrutura e o estado da mesa de trabalho de um ativo vertical antes da aquisição.
Para alcançar o investimento otimizado, o comprador deve balancear o preço de aquisição com a aplicação específica na sua unidade fabril. Se o foco é o corte contínuo e repetitivo de barras e perfis, o ativo horizontal (Franho FM-18/320, Ronemak 340/400) justifica o investimento mais elevado. Se a necessidade é por versatilidade e corte de contornos em chapas ou blocos, um ativo vertical de segunda mão oferece uma solução mais custo-benefício. Em ambos os casos, a inspeção de componentes críticos como a caixa de engrenagens e a qualidade das rodas da lâmina é essencial para a segurança na transação e a garantia de um uso contínuo eficiente.
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